segunda-feira, 7 de julho de 2014

Estão abertas as inscrições para o Conselho de Aprimoramento de Mestres Conselheiros 2014.2!

Os Mestres Conselheiros dos Capítulos de nosso Estado para a segunda gestão do ano de 2014 já podem inscrever-se no Conselho de Aprimoramento de Mestres Conselheiros (CONAMESCO) 2014.2!

O Evento acontecerá nos dias 19 e 20 de julho, na cidade de Equador, na região do Seridó.

O investimento para inscrição é a importância de R$ 35,00 para os Mestres Conselheiros e Membros de Conselho Consultivo e R$25,00 para os integrantes da Comissão Organizadora e membros do Grande Conselho.

Para inscrever-se no evento, preencha o formulário de inscrição que está disponível aqui.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Gabinete RN marca presença em Mossoró, Umarizal e Areia Branca.

No último final de semana o gabinete se fez presente em três reuniões e uma convocação.

Sábado - Reunião do Príncipe do Oeste e Iniciação do Príncipe das Virtudes.


No sábado (14) o irmão João Vitor (MCE) esteve presente na reunião do Capítulo Príncipe do Oeste, na ocasião o capítulo elegeu a diretoria que estará a frente do capítulo na gestão 2014.2, onde o irmão Pedro Lucas atuará como Mestre Conselheiro.



Já o irmão Lucas Felipe (MCEA) foi até a cidade de Umarizal onde participou da iniciação de novos jovens no capítulo Príncipe das Virtudes. Além do MCEA, também estavam presentes o tio Roberto Alencar (Grande Mestre Estadual) e os irmãos Paulo Mesquita (Secretário do Congresso Estadual) e Ramon Henrique (Secretário de Organizações Afiliadas).



Domingo - Investidura do Cavaleiros do Oeste Potiguar e Instalação dos oficiais do Cap. Areia Branca.


No domingo pela manhã, ainda em Umarizal, o irmão Lucas Felipe acompanhou a investidura de um novo cavaleiro do Priorado Cavaleiros do Oeste Potiguar. Além do irmão Lucas, estavam presentes o tio Roberto Alencar (GME) e dos irmãos Erison Vinicius (Coordenador Estadual da Cavalaria), Paulo Mesquita (Secretário do CEOD), Ramon Henrique (Secretário de Organizações Afiliadas) e João Paulo Leite (Comissão de Design).



O irmão João Vitor foi até a cidade de Areia Branca onde acompanhou a instalação da nova gestão administrativa do capítulo Areia Branca.



quarta-feira, 25 de junho de 2014

8º ENTREVISTADO - CHAGUINHA

O irmão Lucas Felipe realizou uma entrevista com o irmão Antonio da Costa Chagas (Chaguinha) sobre sua trajetória na Ordem DeMolay e sobre a Ordem dos Escudeiros da Távola Redonda. Confira a entrevista completa no vídeo abaixo:


Link do vídeo no YouTube: http://youtu.be/JYHanvfMEuM

Entrevista por escrita:

INTRODUÇÃO (Um pouco sobre o irmão entrevistado)

Eu até já comentei em outra entrevista que a minha história de como cheguei à Ordem é um pouco engraçada, ou talvez eu não tenha nem entrado na Ordem. Dei uma proposta sem conhecer ninguém, o único contato que eu tinha dentro da maçonaria era um professor meu, Figueiredo, que já se encontra em outro plano de vida, ele me convidou, porque na época eu era líder da classe na escola, e disse: “Chagas, você tem o perfil de um DeMolay”. Mas isso na hora não me chamou atenção, mas ele disse: “Chagas quero conversar com você no final da aula”. Na ocasião ele estava dando aula de história, e a aula do dia era sobre Jacques DeMolay, me lembro como se fosse hoje. Aí ele me falou o que era a Ordem DeMolay, falou da história, e me mandou procurar Gurgel, que foi o fundador do capítulo de Apodi e disse que ele iria me explicar mais detalhes. Fiz isso, marcaram comigo de uma hora da tarde na loja de Gurgel, que há 20 anos era um ponto de encontro da Ordem DeMolay, eu fui até lá, preenchi a proposta, encaminhei por Gurgel, mas no dia do escrutínio ninguém me conhecia, apesar de ter sido feito a sindicância e tudo eu era uma pessoa totalmente deslocada, e por não me conhecerem me colocaram pra último na votação. Eu acho que a salvação foi Pedro Ferreira, que trabalhou um tempo como professor de Inglês no meu colégio e na hora se levantou e disse que me conhecia. E daí deu certo! Deu tudo certo, eu fui iniciado e dali começou a minha trajetória na Ordem DeMolay. Mas eu digo muito: “Tinha que dar certo!” porque se naquela noite Pedro não chega eu poderia muito bem ter ido pra página dos esquecidos.

01 – SABEMOS DE SEU ENVOLVIMENTO E DOAÇÃO, E VEMOS QUE MUITOS CAPÍTULOS DESEJAM TER UM CASTELO, MAS COLOCAM IMPECILHOS PARA FINALIZAR ESSE DESEJO. QUAL É A REAL DIFICULDADE DE TER UM CASTELO DE ESCUDEIROS?

Eu acho que a real dificuldade é justamente alguém que abrace. Na questão de Apodi foi tio Santiago, ele ligou pra Josivan, naquela mudança que ouve de Supremo Conselho - que muita gente jovem nem participou disso - e disse que queria fundar os cavaleiros (atualmente escudeiros), disse que queria engajar as crianças e que Apodi tinha esse potencial, como Martins tinha na época. E eu, como já tinha trabalhado nessa questão nos escoteiros como coordenador da alcateia, fui indicado por Josivan, aí tio Santiago me liga e diz: “Chagas, estamos trabalhando em uma nova causa a nível de Brasil e Apodi tem potencial para receber”, eu respondi: “Santiago me mande o material, me manda o ritual, que eu dou o retorno a você”, e quando eu li não achei complicado. É como eu digo, o complicado é alguém pra tomar a frente, porque o capítulo tem gestão duas vezes ao ano, tem Mestre Conselheiro que talvez tenha um perfil de proximidade com o Castelo, tem outro que pode entrar e não ter, então que é uma questão momentânea, mas em Apodi não, por mais que tivessem gestões menos próximas ao castelo sempre tinha Tio Neto e eu que segurávamos as pontas, então eu acho que a principal dificuldade é essa, é alguém que tome a frente e não espere uma mudança da diretoria, que realmente assuma. Por outro lado em Apodi tem situações que às vezes a diretoria pensa “não, Chagas resolve ou Neto resolve” e esqueceram que quem patrocina é o capítulo, eu acho que talvez tenha sido a figura permanente tento minha como de Neto, que talvez tenha dado esse aval de afastamento. Mas acredito que nas cidades que não tenham castelo a preocupação seja essa... Porque não se faz castelo em seis meses, se faz castelo em um ano. A dificuldade clara que vejo hoje é essa, é quem vai passar um ano.
                                                                                                                      
02 – COMO VOCÊ VÊ A ORDEM DOS ESCUDEIROS DE 5 ANOS ATRÁS AOS TEMPOS ATUAIS?

Como são crianças, eu costumo dizer que as mudanças são despercebidas. Em relação a Apodi já amadureceu bastante, eu costumo dizer que era muita gente pequenininha que agora é gente grande, que chegaram a outros patamares e outros estão buscando patamares maiores. Mas em termos de Brasil, em relação a investimento, houve muito investimento nessa área? Eu não acredito ainda que houve, eu não sinto uma grande aposta na Ordem dos Escudeiros... Porque tem capítulo que ainda não entendeu que se tiver criança na maçonaria amanhã tem iniciante no capítulo. Bem verdade que houve mudança, principalmente nas gestões de Paulinho, quando ele era representante em nível de estado sentia ele muito presente, e sinto-o hoje muito presente em nível de Brasil também, eu acho que ele tinha vontade de ter participado do Castelo (risos). Quando os capítulos despertarem que tendo um Castelo vai ter DeMolay na frente... Com proximidade, com costumes bem definidos e com psicológico melhor trabalhado, é melhor do que muitas vezes um vir de fora, que chega todo perdido distante da realidade da Ordem. Digo isso porque um Escudeiro dentro de um capítulo tem todo um convívio, ele convive com DeMolay, com Filhas de Jó, com Samaritana, ele já é da Loja, já tem o alicerce da Ordem DeMolay.

03 – PARA VOCÊ, O QUE É SER UM NOBRE CAVALEIRO?

Eu não vejo essa função como uma preocupação, tem gente que pensa “Ah, essa função é muito complicada, tem muita responsabilidade...”. É uma questão de maturidade, não tenho mais 18 ou 20 anos, sou um pai de família, luto com aluno em sala de aula, já passei por muita coisa... Muitas vezes os DeMolays que não tem essa maturidade acham complicado. Eu vejo isso... O DeMolay de 18 anos, 20 anos quando veem aquelas 10, 15 crianças pensam “valha, não vou dar de conta disso não”, apesar de ser a função de irmãos mais velhos, muitas vezes tem até medo.  Não aconteceu comigo porque eu já tinha um alicerce, mas pra quem não tem eu entendo... É um choque! É um choque de dizer assim “Será que eu realmente vou dar de conta daqueles meninos?”, mas eu quero deixar um recado pra quem tem esse medo: Tente! Se descubra! Porque se você se encontrar com a sua infância e a infância dos garotos vai dar certo! Da pra formar um Castelo, ser Nobre Cavaleiro sem nenhuma dificuldade.  Talvez eu não ache complicado porque eu sempre usei a energia dos meninos, eu usei a energia deles a meu favor, isso torna as coisas menos complicadas. Porque eu sei que em alguns Castelos do Brasil o cara quer fazer tudo... Isso não funciona, tem que deixar os meninos agirem. Algumas coisas vão dar certo, outras vão dar errado. Tem hora que você pensa “será que esses meninos vão dar certo?”, mas você só ver o resultado real deles quando eles assumem responsabilidades maiores, quando eles estão no capítulo, quando eles assumem os cargos de Mestre Conselheiro, Tesoureiro, Escivão, quando você os vê assumindo um Preceptor... Mas com dedicação e cuidado. Quando você vê aquele menino que começou lá no Castelo trabalhoso, inquieto, buliçoso, desatento nas reuniões, e está lá todo moldado, aí sim você sabe se deu certo. Porque nós temos que lembrar que eles são crianças, nós temos que aproveitar esse tempo e colocar algumas sementes pra que quando chegar aos 12 anos possa ter uma bagagem pra contribuir com o capítulo. Mas difícil não é... Basta querer!

04 - MUITOS IRMÃOS RELATAM QUE A ORDEM DEMOLAY FOI MUITO IMPORTANTE PARA A VIDA DELES, VOCÊ PODE DIZER O MESMO? EM QUE A ORDEM DEMOLAY E A ORDEM DOS ESCUDEIROS CONTRIBUIO PARA A SUA VIDA?

Eu vou começar pela Ordem, como eu disse no início da entrevista eu caí de paraquedas em um canto que ninguém me conhecia. Como eu sou uma pessoa que quando eu chego a um canto eu me adequo a situação. Não conhecia ninguém... No dia da minha iniciação nem foi Pedrinho nem Figueiredo, “estavas eu só novamente”, eu estava em um canto que ninguém me conhecia, mas quem me conhece hoje sabe como eu sou e eu não mudei tanto nesse aspecto de contato com as pessoas. Eu misturo muito facilmente, e com o tempo consegui meu espaço... Em termos de mudança e aprendizagem, eu indiscutivelmente aprendi muito, cresci muito com a Ordem DeMolay. Eu entrei com quase 18 anos, mas queria ter entrado com 12, mas em formação, crescimento pessoal e psicológico eu tive todo a alicerce moldado pela Ordem. Hoje eu aplico o que aprendi na sala de aula, na minha casa, gosto muito da Ordem DeMolay, é tanto que sou o único DeMolay de Apodi que estou aqui até hoje, já teve iniciação, teve gente que saiu e voltou e eu continuo lá a mais de 20 anos, eu não consigo me desapegar do Capítulo. Quando eu estava trabalhando dentro do capítulo apareceu o Castelo, aí de certa forma eu não fiquei solto, porque muitas vezes os DeMolays se afastam porque não tem uma obrigação, e eu tinha a obrigação dentro do capítulo, que era dar suporte ao Castelo. Eu acho que até hoje ainda estou tendo crescimento pessoal, porque você aprende muito quanto está lutando com crianças de diferentes situações e necessidades, às vezes é só a mãe que cria, muitas vezes o pai e a mãe criam, mas o pai é ausente, as vezes falta afeto a criança, tem criança que muitas vezes necessita de atenção, e nós que somos adultos temos que dar, tem gente que as vezes quer dizer uma coisa, uma bobagem, mas em casa muitas vezes não diz a bobagem que diz com a gente, muitas vezes eles querem “bulir” querer aprontar... Porque em casa não podem. Mas eu digo muito, tudo isso é crescimento, quando acontece qualquer situação dessas, eles estão evoluindo dentro do Castelo, porque lá dentro eles têm a liberdade de dizer, de chorar, de conversar com o outro, de desabafar. Eu acho que isso faz crescer tanto eles como que está próximo deles.

05 - VOCÊ TEM ALGUMA PALAVRA FINAL, UM CONSELHO PARA OS CAPÍTULOS EM RELAÇÃO À ORDEM DOS ESCUDEIROS?

Ai, eu tenho! No congresso de São José do Mipibu nós fizemos uma reunião que eu até me emocionei, porque foi um momento que nós tivemos muitas ideias. O pessoal de Umarizal estava presenta lá, estavam Felipe, Tiago, eu, e nós conversamos sobre isso... Porque passou muito tempo só com o Castelo de Apodi, aí chega Caraúbas, Martins voltou, mas fechou o que nos deixa triste por ter finalizado o trabalho, aí vem Umarizal, São Paulo do Potengi agora, eu dou os parabéns a esse povo que colocou a mão na massa. Porque quando se trata de Castelo todo mundo acha bonitinho, todo mundo quer... Mas quer nos eventos, porque quando chega em casa é outra história! E eu torço muito que as cidades que tenham capítulo tenham castelo, porque só sabe o que acontece quando tem. Porque as vezes tem o Mestre Conselheiro que possa ter medo ou o Conselho Consultivo que não quer preocupação... Mas quem não tem preocupação não tem o que fazer. Mas eu ACREDITO muito que em nível de Rio Grande do Norte as coisas mudem, acredito que as novas gestões do Gabinete e Grande Conselho Estadual vejam um plano de colocar essa semente nos capítulos, porque é preciso. Enquanto nós temos 15 meninos brincando, conversando lá dentro, amanhã podemos ter 5 ou 7 agindo dentro da Ordem DeMolay, e só vai ajudar, é o crescimento da Ordem, hoje nós vemos as abelhinhas, que ajudarão também ao Betel. Eu acho que essa é uma tendência do momento, temos que aproveitar essa tendência e investir no que puder pra que dê retorno pro capítulo, porque muitas vezes os meninos entram no Castelo, passam 6 meses, um ano, e saem, mas no futuro muitas vezes ele dizem “vou voltar pra Ordem DeMolay” porque ele tem uma identificação lá dentro, ele deixou a marca no Castelo, e quando volta ele sabe pra onde está voltando. Eu acho que a nível de estado tem um desafio, tentar implantar no capítulo esse desejo de ter Castelo, de ter uma loja movimentada. Quando você vê a Loja Maçônica de Apodi, você nota que é bem rica de movimento, tem Maçom, Samaritana, Filha de Jó, Abelhinha, DeMolay, Escudeiro, Mãe do Clube de Mães. Quando você junta isso a loja fica viva... Porque se você for ver aquela loja que não tem Ordem DeMolay ou Betel é notável que fica sem movimentação espiritual, porque a loja de Apodi acaba sendo uma multidão de gente, parece que você nunca está só lá dentro. As novas direção a nível de estado tem que tentar isso, tem que comprar essa ideia e comprar com coragem, porque dará certo!


sexta-feira, 20 de junho de 2014

MCE visita capítulos Príncipe do Seridó e 18 de Outubro.

No final de semana compreendido entre os dias 14 e 15 de junho, o irmão João Vitor (MCE) se deslocou até a terceira região, onde visitou dois capítulos.

No sábado (14)  participou de reunião ritualística no Capítulo Príncipe do Seridó, localizado na cidade de Caicó. Na ocasião o irmão Fabrício Torres foi eleito Mestre Conselheiro do capítulo para a gestão 2014.2. Além do MCE também estavam presentes o tio Wagner Cunha (Oficial Executivo da Terceira Região) e Breno Klismann (Secretário da Terceira região), além do irmão senior DeMolay Marcos Vinicius (capítulo Príncipe do Oeste).


Após a reunião em Caicó, o irmão João Vitor se deslocou até a cidade de Jardim do Seridó, onde ainda no sábado a noite teve um encontro com os irmãos daquela cidade, na ocasião participou e ajudou em um ensaio para a Elevação.

No domingo pela manhã participou de reunião ritualística naquela cidade, onde pela primeira vez o Capítulo 18 de outubro realizou uma cerimônia de Elevação. Além do MCE, estiveram presentes o tio Wagner Cunha (Oficial Executivo da Terceira Região), Thomas Cantalice (Mestre Conselheiro do capítulo Príncipe do Sertão), Davi Chianca (Mestre Conselheiro do capítulo Príncipe do Seridó), Breno Klismann (Secretário da Terceira Região) e Marcos Vinicius (membro do capítulo Príncipe do Oeste).


"Não posso deixar de expressar a minha alegria em ver o capítulo 18 de outubro tão bem, os irmãos de Jardim do Seridó realizaram uma das elevações mais belas que assisti em minha vida como DeMolay ativo, saí de lá bastante orgulhoso e contente com o trabalho dos meninos. Deixo os parabéns, em nome de todo o Gabinete Estadual, a cada irmão deste capítulo, em especial ao irmão Márcio (Mestre Conselheiro) e ao querido tio Meira (Presidente do Conselho Consultivo)." Destacou o Mestre Conselheiro Estadual. 

MCEA participa de reuniões em Natal

Caríssimos, primeiramente pedimos desculpas pela falta de publicação nos últimos dias, a rotina corrida nos impossibilitou de vir aqui mantê-los informados de nossas visitas.

No dia 7 de junho o irmão Lucas Felipe, Mestre Conselheiro Estadual Adjunto, participou de duas reuniões em capítulos natalenses. Pela manhã participou de elevação realizada pelo Capítulo Padre Miguelinho, já no período da tarde participou da iniciação de um novo jovem no capítulo Reis Magos.

Capítulo Padre Miguelinho

Capítulo Reis Magos

O Gabinete Estadual parabeniza aos capítulos Padre Miguelinho e Reis Magos pelas respectivas cerimônias, desejamos sucesso no trabalho e nos colocamos a disposição para qualquer ajuda. Lembramos que no dia 27 de julho toda a primeira região tem um encontro marcado na referida cidade, em mais um Encontro Regional da Primeira Região, organizado pelo capítulo Reis Magos. 

Nota: Neste final de semana (7 e 9 de junho) o irmão João Vitor, Mestre Conselheiro Estadual, não pôde visitar capítulos devido a problemas de saúde.